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EM REVISTANOTÍCIAS — COLABORE PARA A ALFABETIZAÇÃO DE NOSSAS CRIANÇAS...

Colabore para a alfabetização de nossas crianças

Nesta segunda-feira (13.3), foi lançada uma campanha de financiamento coletivo para a produção de materiais voltados à alfabetização de crianças. A iniciativa é do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), organização responsável pela coordenação técnica da Plataforma do Letramento


Para garantir que todas as crianças de 8 anos estejam plenamente alfabetizadas e sejam capazes de ler e escrever, práticas fundamentais para o pleno exercício da cidadania, é necessário acompanhamento sistemático. Para apoiar os professores nessa missão, o Cenpec pretende lançar a Coleção Cenpec: Alfabetização, formada por uma série de materiais interativos, livros digitais, jogos e de guias pedagógicos.


O primeiro volume será A vaca sabida, que tratará de problemas relacionados à escrita das consoantes chamadas de homorgânicas (saiba mais no vídeo abaixo). Além do livro virtual e de outros materiais para os alunos, serão disponibilizados guias com orientações para o professor utilizá-los em sala de aula.


A Coleção Cenpec: Alfabetização será distribuída para uma rede de 100 mil professores com os quais o Cenpec trabalha em seus projetos, além de ser disponibilizada on-line para os 385 mil alfabetizadores do país, com potencial para beneficiar os mais de 9 milhões de alunos. A iniciativa conta com seu apoio para se tornar realidade. Saiba como contribuir acessando a plataforma de financiamento coletivo, no botão abaixo.
A aventura de ingressar no mundo da leitura e da escrita
A alfabetização é um grande desafio para qualquer criança. Trata-se de um processo que envolve muitas aprendizagens: uma das fundamentais é entender que as letras representam os sons da fala, o que nem sempre se dá numa relação direta. No português brasileiro, as regras ortográficas implicam relações que não são óbvias e podem se tornar “pegadinhas”. Por exemplo, há sons da fala (fonemas) representados na escrita por um conjunto de letras (grafemas), como nhch ou rr. Há também ditongos que, embora constituídos por mais de um fonema, comumente não são pronunciados, como caixa, pronunciado como “caxa” pela maioria dos falantes. Há fonemas representados por diferentes grafemas, como o /z/, que pode ser grafado com s (asa), z (zebra) ou x (exato).


Por essas e tantas outras distinções entre fala e escrita, é comum que as crianças tenham dificuldades de avançar na alfabetização. Dados da última Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), divulgados em 2015 pelo Ministério da Educação, mostram que 1/3 das crianças de 8 anos de idade não consegue escrever, ou escreve com trocas ou omissão de letras e outros desvios ortográficos.

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