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ACERVODICAS LETRADAS — TODAS AS DICAS — HISTÓRIAS DE REFÚGIO

Histórias de refúgio

Cerca de 65 milhões de crianças e jovens no mundo todo vivem como refugiados ou como migrantes, fugindo de guerras, da pobreza ou de condições ambientais inóspitas.


Para falar desse tema, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou a campanha global #actofhumanity (Ato de Humanidade), da qual faz parte a série de animação Contos que não são de fadas. De forma delicada, as três animações, baseadas em narrativas reais de crianças refugiadas, revelam como elas se sentem por serem obrigadas a abandonar a terra natal e viver em outro lugar, sem amigos nem conhecidos.


A campanha enfatiza que, independentemente da origem, toda criança tem direitos e merece amor e respeito. Nas palavras de Paloma Escudero, chefe de Comunicação do Unicef: "Quando uma criança refugiada ou migrante chega a seu destino, isso é o início de uma outra jornada, não o fim do caminho". Segundo Paloma, todos os dias, em todos os lugares, pessoas estão ajudando esses menores com pequenos "atos de humanidade". Embora essas ações raramente virem notícia, fazem "toda a diferença do mundo" para essas crianças e esses jovens. Por isso, o Unicef "quer exibir esses atos de humanidade para inspirar e mostrar o caminho a seguir".


Histórias de refúgio
As três animações trazem histórias reais de crianças sírias que para sobreviver tiveram de sair de sua terra natal. A história de Ivine e o travesseiro narra a saga de uma menina de 14 anos que foge em meio a bombardeios e se estabelece em um campo de refugiados, onde enfrenta outros desafios. 



Malak e o barco conta a história de uma menina de 7 anos que viaja em uma pequena embarcação e naufraga no meio do oceano.


Mustafá vai para uma caminhada relata a viagem de um menino de 13 anos que é obrigado a abandonar sua família, sua casa e seus brinquedos, atravessando a pé o deserto e chegando a um campo de refugiados. Sem conhecer o idioma local, pergunta-se quem poderia ser seu amigo.


Redes sociais
Além dessas e de outras animações a serem produzidas, o Unicef quer envolver o público com mensagens nas redes sociais. O pedido da agência é simples: mostre um ato de humanidade a crianças e jovens refugiados e migrantes; use a hashtag #actofhumanity para compartilhar histórias e inspirar outras pessoas nas redes sociais.

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COMENTÁRIO(S)
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HELENROSE OLIVA VALIN DA ROCHAHELENROSE OLIVA VALIN DA ROCHA disse em 10/11/2016 11h24
Escrevi livros com o título "Ingresso Especial". temos versão em Inglês/português, inglês/italiano e inglês/suéco, para serem distribuídos gratuitamente para as crianças. Mil já foram enviados para Itália e mil para Suécia, e outros mil aqui no Brasil. Todo projeto é voluntário, apenas temos o custo da gráfica. Maiores informações entre em contato na página, Helenrose escritor
MARIA CRISTHINAMARIA CRISTHINA disse em 14/09/2016 21h23
"algumas historias não deveriam ser contadas por crianças" esta frase é uma afirmação, mas como garantir a infancia, a ingenuidade, a pureza, a alegria de crianças que nascem dentro de conflitos, um minimo que podemos ter é um olhar de atenção para suas necessidades.
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